|
|
As Últimas Manchetes na Dúvendor
05.02.2010- Parma Eldalamberon 14 e 18 disponíveis - Manchetes >> Línguas 27.01.2010- A arte de Alan Lee: ilustrador do SdA - Manchetes >> Artes 20.01.2010- Andy Serkis conta como foi interpretar Gollum - Manchetes >> Filmes 18.01.2010- Tolkien faturou U$ 8 milhões em 2009 - Manchetes >> Gerais 18.01.2010- J.R.R. Tolkien versus Adolf Hitler - Manchetes >> Artes 13.01.2010- Pequenas curiosidades Tolkienianas - Manchetes >> Livros 23.11.2009- Lançado no Brasil o Hobbit em quadrinhos - Manchetes >> Livros 18.11.2009- Casas de hobbit para gente grande - Manchetes >> Artes 16.11.2009- O Livro Negro de Arda - Novo Capítulo - Manchetes >> Livros 12.10.2009- Tatuagens élficas: uma ressalva! - Manchetes >> Línguas 05.10.2009- Tolkien treinou para ser Espião na 2ª Guerra - Manchetes >> Ciência-
|
03 de fevereiro de 2010
|
 Todo mundo ao ler O Senhor dos Anéis a primeira vez, ou ao assistir o primeiro filme da Trilogia de Peter Jackson, fica intrigado com as palavras de Gandalf diante do Balrog:
“Sou um servo do Fogo Secreto, que controla a Chama de Anor, o Fogo Negro não te valerá, Chama de Udûn. Retorna para as Sombras. Não pode passar!” Ao lerem o Silmarillion ficam cientes de que o Fogo Secreto é a Chama Imperecível contendo o poder criativo de Eru Ilúvatar, que foi colocado por ele, crepitando no centro do Universo, que é Eä, tornando-se o fulcro [1] para a existência material de tudo o que existe no nível “abaixo”, porque é derivativo e posterior, de Eru e os Ainur. Mas o que vem exatamente a ser o Fogo Secreto, e qual a sua conexão exata com Eru Ilúvatar?
|
|
|
01 de fevereiro de 2010
|
|
Alguns temas e personagens abordados por Tolkien em sua obra são enigmas intrigantes por constituírem o que o autor denominava vistas inatingíveis.
Tais mistérios compõem aquilo que Tolkien preferia deixar a cargo da imaginação de seus leitores, e, para esses elementos, ele se limitou a dar explicações lacônicas que, muitas vezes, apenas acrescentam mais incógnitas a matérias já bastante controversas. Tais temas são, por sua natureza, muito complexos porque envolvem duas questões cruciais: A primeira é a questão do cânone tolkieniano ou da pseudo-autoria. A mitologia tolkieniana é, na verdade, uma estrutura mutável e evolutiva, um corpo de mitos que não somente reflete as concepções cambiantes do autor sobre muitos assuntos, mas que, também, ilustra o ponto de vista dos cronistas ficcionais aos quais Tolkien atribuiu a autoria das histórias dentro do mundo inventado por ele.
|
|
|
27 de janeiro de 2010
|
|
O Senhor dos Anéis é um romance de fantasia criado pelo escritor, professor e filólogo britânico J.R.R. Tolkien. A história se passa em um local muito distante em nosso passado, chamado de Terra-média.
Rios de tinta já foram gastos falando sobre essa trilogia, mas ultimamente, muita gente do meio evangélico passou a criticar a obra de Tolkien. Pior ainda, fazem isso sem nem sequer ter tocado em um de seus livros ou assistido aos filmes, como se manter sua ignorância a respeito fosse preservar algum tipo de pureza espiritual. Mas por outro lado, o que muita gente não sabe, e outros que sabem preferem ignorar, é que Tolkien criou toda uma fantasia com forte influência cristã. Isso mesmo. O Senhor dos Anéis possui mais símbolos e paralelos cristãos do que seus leitores imaginam.
|
|
|
25 de janeiro de 2010
|
|
Algo deveria ser dito sobre a fundação de Arnor e Gondor, mas não é fácil designar o estabelecimento dos reinos Dúnadan no exílio em seu lugar adequado no legendário de Tolkien.
Na carta 276, escrita para Dick Plotz da Tolkien Society of America em 1965, JRRT disse: “de todas as imagens míticas ou arquetípicas esta é a mais profundamente enquadrada em minha imaginação, e por muitos anos tive um recorrente sonho de Atlantis: a estupenda e inelutável onda avançando do Mar sobre a Terra, algumas vezes escura, outras vezes de um verde profundo e iluminado”. Alguém por aí já teve um sonho parecido? Algo com grandes ondas avançando do mar, sentindo que era impossível fugir a esse cataclisma?
|
|
|
11 de janeiro de 2010
|
|
O que poderia aproximar pensadores de áreas e contextos tão distintos quanto o filósofo francês contemporâneo, Paul Ricoeur e um filólogo de Oxford do entre guerras, J.R.R Tolkien, que também ficou conhecido como o grande criador de mitos?
Uma das preocupações que eles têm em comum é o problema do mal, que é um dos mais desafiadores e menos resolvidos dilemas da humanidade, que diz respeito desde a filosofia, até a teologia. Aliás, nenhuma área pode se dizer inteiramente alheio a ele, principalmente quando se trata de ética e valores pouco quantificáveis. Ricoeur, muito mais do que Tolkien, colocava-se na fronteira entre a filosofia e a teologia, campos complementares, mas infelizmente fragmentados, em busca do diálogo.
|
|
|
06 de janeiro de 2010
|
|
Fábula, estórias ou lendas. Chamem como quiserem meus amigos, mas é inegável que apesar de nascerem de diversas mitologias, todas... eu disse: Todas! Possuem semelhanças, seja em quesito moral ou até mesmo mitológico.
A grande obra de nosso professor Tolkien também se enquadra nessa afirmação. Claro que, não estamos falando de plágio, estamos apenas falando de bases literárias. Nórdica, celta, escandinava, egípcia entres outras diversas referências mitológicas são encontradas nas criações de Tolkien. Cada mitologia que o professor utilizou... enfim! Sei que estão curiosos quanto ao título, então vamos ao que interessa nesse texto. Existem semelhanças entre as lendas Arturianas e as obras do professor Tolkien? Eu atenho-me em posição de afirmação contínua e pessoal, ou seja: Sim!
|
|
| | << Início < Anterior 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Próximo > Fim >>
| | Resultados 1 - 18 de 361 |
|
Countdown
Faltam apenas para o lançamento do 1º filme do Hobbit, em 25 de dezembro de 2011!
Citações
“Muitos que vivem merecem morrer, alguns que morrem merecem viver, você pode dar-lhes vida? Então não seja tão ávido em condenar alguém à morte.” Gandalf, o Cinzento
Usuários Online
Nós temos 9 visitantes online
|