Faz algum tempo que faltava uma coisa em Dúvendor, era uma coisa pequena, porém muito importante do meu ponto de vista. Eu sabia o que era, mas nunca arrumava um tempinho livre para me dedicar a isso.
Várias páginas que costumo visitar tinham essa seção em especial que nos faltava... então finalmente resolvi sair desta inércia e criar nossa seção de Colunas & Editoriais. Aqui você vai ler pensamentos e críticas pessoais minhas e dos fãs de Tolkien sobre os assuntos mais variados - dentro de sua obra - e sob os pontos de vista mais diversos. É uma seção interessante pois opiniões pessoais são algo que um jornalista deve utilizar o mínimo possível devido a objetividade de seu trabalho. Acho que tenho um pouco de alma de escritor, vou aproveitar esse espaço para escrever e, com isso, espero que vocês também apreciem o que temos aqui.

A narrativa da Queda de Gondolin é, sem dúvida nenhuma, um dos mais antigos textos da Mitologia Tolkieniana. Não sei exatamente quantos, mas acredito que a forma original deste texto foi desenvolvida por Tolkien à mais de 40 anos atrás, quando ainda se reunia aos Inklings e lecionava na faculdade de Oxford.
Morwen era filha de Baragund, filho de Bregolas, que foi senhor da Casa de Bëor. Ela tinha cabelos escuros e era alta, e por causa da luz do seu olhar e da beleza do seu rosto também lhe chamavam Eledhwen, isto é, Brilho Élfico. Barahir tornou-se Senhor da Casa de Bëor e regressou a Dorthonion, mas muito do seu povo tinha fugido e refugiara-se em Hithlum.

As terras de Rhún e Harad, ao Leste e Sul da Terra-média, não ficavam apenas geograficamente fora da vista Ocidental. Estas regiões nunca haviam sido do interesse dos Elfos cujas histórias tratavam principalmente de si mesmos, nem do interesse dos Númenorianos que não avançaram no interior.

