Douglas Charles Rapier é um professor de inglês. Mas nem pense em imaginá-lo com um cachimbo na boca, de terno cinzento e com um ar cansado no rosto. Ele ensina inglês como idioma estrangeiro em Taipei, Taiwan, onde viveu por 11 anos.
Como estudioso de Tolkien, Rapier tem um estilo próprio de escrita. Ele parece preferir falar sobre pontos que não chaman a atenção, ou que pelo menos nem são notados a primeira vista. Ao invés de discutir os fatos espinhosos, Rapier gosta de ficar divagando sobre eventos e detalhes coisas quase fúteis. Mas não pense que por isso suas colunas não tem graça, pelo contrário. Justamente por encontrar algo interessante sobre coisas desapercebidas ele é um bom autor. Se você tiver a paciência de ler suas colunas completas vai entender que "nem tudo que brilha é ouro, nem todo vagante é vadio".
Quem se interessa pelos Tengwar e já os estudou ou pelo menos deu uma olhada mais demorada no assunto, provavelmente já se perguntou: como será que escrevo meu nome? Como posso escrever essa palavra? É para isso que serve este estudo; para escrever corretamente com os Tengwar de Fëanor.
Tolkien afirmou enfaticamente que a Terra-média é vislumbrada como nosso mundo, em um tempo milhares de anos no passado, muito antes de toda a história registrada: Em uma carta para Rhona Beare em 1958 o autor escreveu: "Eu tenho, suponho, construído um tempo imaginário, mas mantive meus pés em minha própria terra-mãe para locação".
Muitas pessoas pensam em Chivalry como um conceito que vem de histórias e das fábulas sobre espadas, dos cavaleiros e magia da Idade Média. Por ironia, contudo, um dos mais conhecidos contos de espadas e magia não vem de forma alguma da Idade Média, mas sim do século XX... esse é O Senhor dos Anéis de J.R.R. Tolkien.



