Gabriele Greggersen é mestre e doutora em História e Filosofia da Educação pela Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo, sob orientação do Dr. Luiz Jean Lauand. Concluiu seu pós-doutoramento na área de História das Mentalidades junto ao Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo em 2003, com pesquisa dedicada ao imaginário em Dom Quixote das Crianças, de Monteiro Lobato.
Além de ter sido docente, coordenadora e pesquisadora da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Greggersen é autora de Antropologia Filosófica de C.S. Lewis (Editora Mackenzie), sua tese, que recebeu uma versão simplificada em A Pedagogia Cristã na Obra de C.S. Lewis (Editora Vida). É autora ainda de O Senhor dos Anéis: da imaginação à ética (Editora Ultimato), de A Magia das Crônicas de Nárnia I (GW Editora) e de diversos artigos, traduções – como de Deus em Questão, que vem tendo grande impacto, entre outros livros e artigos – tematizando as relações entre a literatura, a imaginação, o sagrado e a educação.
Os vínculos de J.R.R. Tolkien com a cidade de Warwick estão bem documentados, mas não são amplamente conhecidos, ainda assim, as presenças histórica e física de Warwick foram importantes em sua imaginação criativa durante toda sua vida. Essa dissertação mapeia a influência significante de Warwick.

Se os Balrogs possuem ou não possuem asas pode parecer uma questão simples, mas como acontece com freqüencia nos trabalhos literarios de Tolkien, quanto mais a examinamos, mais parece difícil de achar qualquer resposta. É uma questão, também, que divide os fãs de Tolkien em dois campos. Os que acreditam, e os que não acreditam.
As obras de Tolkien têm inspirado pessoas a estudar os vários aspectos do mundo que ele criou. Um dos aspectos de grande interesse para mim diz respeito às armaduras e armas usadas por guerreiros e exércitos da Terra-média através de sua longa história. O sabor que Tolkien pintou em seus livros é de um Mundo Antigo.


