Devido ao grande número de textos que, ao longo dos anos, estão sendo escritos e traduzidos por nós, da Dúvendor, foi preciso a criação de várias seções para organizar melhor nosso considerável acervo.
Esta seção que você está visitando é dedicada a textos que fazem uma abordagem religiosa, tentando analisar as obras de Tolkien com relação aos ideais cristãos, ou ainda de outras religiões. Tudo bem, eu já sei o que você está pensando... sei mesmo... você está pensando que sobre religião são um tédio. Mas o curioso é que não são, os textos que temos aqui são muito interessantes e divertidos de ler, e nenhum dos nossos autores é fanático religioso nem está querendo te forçar a ajoelhar e rezar na igreja mais próxima. Além do mais, talvez você não saiba, mas as obras de Tolkien tem um profundo componente religioso oculto. Só tente ler e se divertir, é mais fácil do que parece.
Tolkien imaginou seu mundo de modo semelhante a forma como os antigos cartógrafos medievais. Eles mostravam a terra como um disco, com oceanos na circunferência. O topo ficava voltado para o paraíso no leste. Mas Tolkien escreveu o contrário, e segundo ele, os pontos cardeais estavam voltados para o oeste.

Um dos contos inacabados de Tolkien figurou-se como uma nova reviravolta tanto na lenda de Atlantes quanto em sua história n’O Silmarillion chamada Akallabêth, que é a sua versão da lenda de Atlantes. Ele intitulou esse conto The Notion Club Papers. No início da história, dois dos membros do Notion Club vão encontrando memórias de um passado distante.

As lendas da Terra-média compreende muitas centenas de milhares de anos repletos de histórias fascinantes. Graças a essas sagas e a seus cronistas descobrimos os encantadores contos de Beren e Lúthien, de Eärendil, o Marinheiro e Bilbo e Frodo Bolseiro. Mas quem nos presenteou com essas histórias e lendas?

